Crítica: Vai Que Cola 2 – O Começo

Crítica: Vai Que Cola 2 – O Começo

8 de novembro de 2019 0 Por Diego C. Melo

Quando Paulo Gustavo decidiu se dedicar mais a família e estava envolvido com a terceira aventura de Dona Hermínia nos cinemas, logo veio uma dúvida: como seria um episódio do Vai Que Cola nas telonas, sem o personagem principal da Pensão da Dona Jô? Pois bem, só era contar como tudo começou antes do Valdomiro chegar no Méier. Pronto, solucionado, agora o próximo problema: dar liga pra a história.

A aposta com toda certeza vai pra o talentosíssimo Marcus Majella, que literalmente incorpora o personagem Ferdinando de uma maneira plena e repleto dê graciosidade. Os demais integrantes do elenco, com exceção de Jéssica (Samantha Schmütz) e  Terezinha (Cacau Protásio), funcionam como escada para piada dos outros. Isso não é ruim, pelo contrário, em vez de concentrar mais o filme em apenas um, souberam dividir bem por três.

Vai Que Cola 2 não foge do que o público já está habituado com o cinema nacional. Comédia com palavrão e uma pitada de sacanagem. É uma grata diversão que tem tudo pra passar em breve numa sessão especial na televisão. Quem decide assistir esse filme deve ir sem pretensão alguma, apenas curtir o momento sem usar muito a cabeça.

Pôde-se dizer que essa obra nada mais é do que um capítulo especial da série de televisão com fins lucrativos, e para ver qual seria o retorno dos espectadores sem a presença do Paulo. Se haverá ou não uma terceira aventura, é uma incógnita, contudo, nunca diga nunca.

Vai Que Cola 2 – O Começo é uma boa atração, principalmente num final de tarde em qualquer domingo, lar e principalmente, preço. Sorriso bobo, contudo, satisfatório.

Nota 5,5

Por Dieguito C. Melo

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