Crítica: PETS – A Vida Secreta dos Bichos

Crítica: PETS – A Vida Secreta dos Bichos

30 de agosto de 2016 0 Por Diego C. Melo

Sabe aquele tipo de filme que tem a intenção apenas de tornar os seus personagens produtos e um único intuito de arrancar dinheiro dos pais das crianças? Pensou em algo do tipo? Se o fez, já descobriu 90%  sobre PETS.341763

A obra não exerce o carisma suficiente nem para adultos e nem para os pequenos. Apenas um personagem brilha em cena: a cadelinha Gidget, na voz brazuca de Tatá Werneck. O “cão principal” Max é fraco e não entusiasma ninguém. Outro ponto falho foi o coelho Bola de Neve, um vilão que nem cumpre bem o seu papel.

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A Vida Secreta dos Bichos passa longe de ser uma obra de arte ou algo que vá ficar registrado na mente de pais e filhos. Não chega a divertir como o trailer promete e consegue ser chato e até insuportável por alguns instantes. Não é de todo ruim, mas é terrivelmente previsível e nada atrativo, a não ser pela bela imagem que mostra nos cartazes.

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Existe uma crença nos criadores de Meu Malvado Favorito de fazer um samba de crioulo doido dar certo, o que não acontece, pois a dificuldade no equilíbrio do drama com o humor torna escancaradas as falhas da trama.

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Referências a outros filmes e trilha sonora são qualidades. A verdade tem que ser dita, PETS: A Vida Secreta dos Bichos tem uma embalagem de perfume caro, mas o conteúdo é patético, que apenas se consegue algum proveito por causa de situações criadas que quase forçam sua risada.

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A diversão para a garotada até funciona, com bem menos primor do que Minions o Filme. Vale sua conferida e pagar bem o ingresso da criançada, claro que dividindo a conta com seu companheiro no dia que resolver assistir este novo caça niqueis americano.

Nota 6

Por Dieguito C. Melo

Revisado por Thalles Amaro

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