Crítica: O Protetor 2

Filmes policiais dificilmente dão sono, não é verdade? Não fale isso antes de assistir O Protetor 2, assim como o protagonista, a obra parece forçada a fazer algo dar certo e, com toda sinceridade do mundo, não consegue.

Mesmo tentando de tudo para manter o espectador com os olhos vidrados na tela, O Protetor é mais uma obra que no máximo irá parar numa sessão qualquer do Supercine e no mais, fará a alegria das pessoas com mais de 50 anos e com gosto duvidoso para filmes.

O mistério do filme é rapidamente desvendado por qualquer ser humano com um pouco de inteligência, e olhe bem, até no trailer você já consegue captar algo. Infelizmente isso chega a ser estúpido, mas é a mais pura verdade.

No filme, Robert McCall oferece justiça a qualquer preço para os oprimidos e explorados – mas o quão longe ele irá quando quem precisa de proteção é alguém a quem ele ama? Com esse mote, o público é arremessado em uma história rasa e superficial que leva ao grande final tolo e fraco.

O primeiro filme arrecadou pouco mais de US$ 192 milhões nas bilheterias e no Brasil bateu recorde no primeiro dia de exibição.

Por aqui o que pode-se dizer é: espere chegar no serviço de streaming, não vale o seu dinheiro nos cinemas, a não ser que você ganhe o ingresso e tenha dormido bastante antes de ir assistir.

Nota 3

Por Dieguito C. Melo

Revisado por Thalles Amaro

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