Crítica: O Grito

Crítica: O Grito

7 de março de 2020 0 Por Diego C. Melo

Quando pensaram em recontar essa história assustadora, logo foi criado uma expectativa enorme em torno do filme. Será que seria melhor do que o anterior ou afundaria de vez uma possível nova franquia. O dia da resposta chegou!

O Grito não passa de uma história fraca e com pequenos sustos que em nada surpreendem e apenas trata o espectador como um mero tolo. Com efeitos especiais que beiram o ridículo, esse filme poderia simplesmente passar despercebido de todos, até do seu idealizador, mas infelizmente isso não ocorreu.

Sabe aquele tipo de obra que em nada acrescenta? Eis que você está em frente a uma destas “maravilhas” cinematográficas. Em meio ao embaralhamento de coisas para tentar dar um norte diferente para a narrativa que praticamente todos conhecem, esse reboot é algo tão sem pé nem cabeça que fará seus olhos pedirem para sair de seu crânio.

Simplesmente alguém que bebeu demais pensou: que tal recriar tudo e ver se cola? Não colou. Essa nova versão é tosca, mal feita e sofrível. Uma missão árdua de assistir sem pedir clemência. 

A dificuldade em criar algo diferente faz com que pessoas tentem mais e mais repaginar tudo que deu certo outrora em vez de sentar a bunda na cadeira e pensar em coisas realmente novas. Pena que quando decidrm fazer utilizem nomes já consagrados no mercado para tentar atrair trouxas, no caso, a gente mesmo tá?

O Grito não vale o seu dinheiro, nem nos cinemas, nem no streaming, ou lugar algum, essa é a verdade. Aqui quase nada pode ser salvo, a não ser a pseudo coragem de tentar criar algo inédito. Pena que foram fazer em um filme que ABSOLUTAMENTE NINGUÉM PEDIU!

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Nota 1,5

Por Dieguito C. Melo

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