Crítica: Bloodshot

Crítica: Bloodshot

23 de março de 2020 0 Por Diego C. Melo

Vin Diesel vai dominar o mundo em breve. Na verdade o que falta para ele é fazer algum papel de presidente, se não já o fez e ninguém sabe ou lembra. A história desse super soldado, agora interpretado nos cinemas, nada mais é do que uma versão pobre de um herói esquecível.

Os efeitos especiais representam algo catastrófico. Talvez se colocasse algum jogo do PlayStation (1) nas telas seria mais crível do que o apresentado. Sério, é deplorável, mas talvez você consiga assistir sem perceber a comédia que é. Nunca se sabe não é mesmo?

A história é tão fraca e previsível que chega a se tornar sonolenta, mesmo com tantos tiros, lutas e explosões, é decepção atrás de decepção. Um verdadeiro festival de horrores!

Blood funcionaria se estivesse em uma produtora melhor e quem sabe com um ator mais empenhado no papel. Sim, Diesel está visivelmente envergonhado pelo que está fazendo, se você não perceber isso, procure um médico.

O planejamento da Sony junto com a Valiant para desenvolver um universo compartilhado como a Marvel fez e faz brilhantemente, pode não sair do papel no que depender da bilheteria desse primeiro capítulo. A intenção é fazer cinco, mas se houver retorno financeiro para tal, caso contrário morre logo aqui.

Devido ao Coronavírus, um dos agravantes para bilheteria ser bem baixa, o prejuízo pode ficar maior no decorrer das próximas semanas. Blood teria tudo para não surpreender e o fez. É triste esse caminho, contudo começar a contar histórias de outros heróis com tudo que já foi apresentado outrora é um tiro no pé.

Vin Diesel dessa vez não acertou na escolha, porém, ele tinha esse direito. Boa é a pequena referência a Velozes e Furiosos, fora isso, Blood não vale tanto o seu esforço, a não ser que esteja sem opção de filmes bons para assistir.

Assista por sua conta, e se o fizer não pague o de sua companhia viu? Cada um arque com suas consequências.

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Nota 4

Por Dieguito C. Melo

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