Crítica: Amityville: O Despertar

Crítica: Amityville: O Despertar

21 de setembro de 2017 0 Por Diego C. Melo

Seja bem vindo a mais um filme de terror dentro de uma casa abandonada por humanos e com alguma entidade do mal a sua espera. Não adianta fugir e muito menos se esconder, é perceptível o cheiro de mais do mesmo nessa obra.

Consegue fisgar o público a ponto de se envolver com a história? Sim! Chega a assustar de verdade? Depende do seu envolvimento na vida dos personagens. Assume os poucos recursos que dispõe? Em partes. Amityville desperta do marasmo que seu antecessor se encontrava, porém não oferece nada além do esperado e se esbarra no seu enredo, por ter sido extremamente batido por outras produções.

É bem verdade que o filme tem seus méritos. Mesmo sendo feito meio que com os últimos trocados de uma produtora, não será julgado por isso, até porque grandes histórias e grandes produções podem se traduzir em coisas totalmente diferentes.

Os atores convencem na medida do possível e fazem tudo o que podiam, alguns tinham a chance de mostrar mais e quem sabe assim fazer parte da série A do cinema mundial, mas fizeram o seu trabalho na medida exata do que foi pedido.

O Despertar veio em data desfavorável, pois competir com IT e logo após Anabelle 2 é uma tarefa árdua e que acabou tirando e muito o público alvo. Esperava-se muito mais.


Nota 3

Por Dieguito C. Melo

Revisado por Thalles Amaro

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