Crítica: After

Crítica: After

16 de abril de 2019 0 Por Diego C. Melo

Um casal que vive certinho até o certo momento em que a mocinha encontra um certo alguém que a desestabiliza e começa então uma história romântica feijão com arroz. É um filme voltado para adolescentes que estão naquela fase boba de se apaixonar pelo ar, pelo mar ou por qualquer coisa que possa representar o amor.

Não existe nada em toda a história que não tenha sido mostrada antes, em outros filmes do gênero. Ao contrário do belo e recente A Cinco Passos de Você, que até oferece algo fora do tradicional e sem melosidade ao extremo, como pode-se ver em After.

Primeiro, os protagonistas não convencem, segue um padrão eternizado em Crepúsculo, só falta a jogada de cabelo, mas os olhares, os trejeitos e etc, está tudo lá. Sim, é um 50 Tons de Cinza para jovens.

Tudo passa muito rápido e é jogado garganta a dentro nos espectadores para querer impor aquele amor, aquela mãe perfeitinha, o namorado/melhor amigo bonzinho que releva tudo e perdoa tudo com muita facilidade. Pode até funcionar bem para os fãs e outras pessoas que tenham abaixo de 15 anos, fora isso, dificilmente vai soar bom.

Vale a pena assistir em casa ou simplesmente com o seu crush se você não quiser prestar atenção ao filme. Sabe quando é o seu primeiro encontro? Pronto, é esse a obra, no mais, não invista tanto o seu tempo e precioso dinheiro, principalmente em um ano recheado de obras gigantescas e merecedoras de verdade da sua presença nos cinemas.



Nota 2
Por Dieguito C. Melo
Revisado por Thalles Amaro
Apoio: UCI Cinemas