Crítica: Ad Astra – Rumo às Estrelas

Crítica: Ad Astra – Rumo às Estrelas

11 de outubro de 2019 0 Por Diego C. Melo

Alerta: não pense em assistir esse filme se você está cansado. Se o fizer será literalmente um calmante natural para adormecer na sala de exibição. Brad Pitt sofre tanto quanto o público que se permite assistir Ad Astra, isso é algo mais que perceptível quando chega ao fim essa obra.

Parece crueldade o que está sendo lido aqui, porém não é. Você passará por muito tempo contemplando algo meio que perdido, meio que sem fundamento e quando pensa que verá algo surpreendente e que faça pensar: poxa, valeu a pena…nesse momento será sua maior frustração.

Nem tudo são espinhos. Ad Astra tem suas nuances que fazem o dinheiro gasto no ingresso não ser tão sofrível. Com uma bela direção de arte, fotografia e efeitos especiais agradam e enchem os olhos de todos. É de tirar o chapéu. Já a atuação de Brad, você conta depois o que achou tá?

Roy (Pitt) vive momentos de loucura quando está só, e isso faz com que o público possa refletir sobre o que realmente é necessário para a vida. Os devaneios de Pitt e desafios até chegar onde deseja, remetem a jornada de cada ser humano, e quando você alcança o seu objetivo, o que vai querer depois disso?

Se a vida do personagem é árdua e complexa? É e muito. Porém nada que não tenha sido visto antes, como por exemplo, Interestelar. O filme divide muitas opiniões, alguns amam outros odeiam, o Sem Papas só aconselha: pode ir, em um dia de promoção, seu bolso agradecerá mais.

Não é ruim ok? Contudo o seu marasmo e falta de “energia” deixam tudo muito morno, e o que não é quente ou frio, geralmente o corpo coloca para fora.

Nota 6

Por Dieguito C. Melo

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